MINHA HISTÓRIA

Meu nome é Michael Hartmann, filho de Romeu Roque Hartmann e Alice Salete Pazin Hartmann, nascido em 1976 em Chapecó-SC. Em 1979, ganhei meu pai, que também é gaiteiro, minha primeira gaita; uma Hering de oito baixos com uma oitava e meia de teclado. Aos quatro anos de idade efetivamente comecei a tirar as primeiras notas de ouvido com a ajuda do meu pai. Com o passar do tempo ganhei de meu pai minha segunda gaita, uma Todeschini de 24 baixos.. Nesta idade (mais ou menos 8 anos), tive meu primeiro contato com a música de Albino Manique. Mais tarde ganhei uma Todeschini com 48 baixos, vermelhinha, gaita que possuo até hoje. Passado algum tempo, ganhei uma Todeschini vermelha de 80 baixos reduzidos (artista 4), porque você começa a sentir falta de uma gaita maior, que tem mais recursos, e, com 13 anos de idade, formei uma dupla gaúcha - Michael e Toledinho - com um amigo. Tocamos juntos por quase 9 anos. Animamos casamentos, bailes, mati-bailes, matinés, enfim, muitas festas em toda região e sul do Brasil. Nesta época, participei de muitos Rodeios e Festivais, colecionando muitos títulos. Com 14 anos de idade ganhei aniversário, minha primeira gaita de 120 baixos, uma Super 8 Todeschni preta. Em 1998, meu irmão Márcio, e meus primos Fernando e Ricardo, formamos o Grupo Contramarca, que animou muitas festas por toda a região sul. O Grupo gravou um CD no ano de 2001 e continua ativo até hoje. O Grupo Contramarca ainda acabou gravando mais um CD lançado no ano de 2003, mas nunca foi lançado. Em 1996, gravei na ACIT, em Porto Alegre-RS, meu primeiro CD instrumental, em que todas as músicas foram por mim compostas. Em 2002, eu e meu irmão Márcio gravamos um CD instrumental, intitulado Herança do Nosso Pai, com músicas de autoria do mesmo, que foram parte do repertório com que no passado ele animava bailes. Neste momento gravei para muitos grupos gaúchos, bandas, cantores nativistas e muitos outros artistas. Por anos a fio, fui jurado de expressivos festivais da região. Nos meus 10 anos de idade comecei a estudar piano e teoria musical, no entanto, me formei apenas em teoria musical, sendo que abandonei o curso de piano logo no início. Em meio ao estudo da teoria musical, ingresso no Curso de gaita, formando-me em 1997, após 8 anos. Também me formei em História da música e logo após a formatura do curso de gaita, ingressei novamente no curso de piano, o qual cursei por quase 6 anos. Em 2000, troquei meu Uno Mille, ano 1997, por uma gaita polifônica Menghini, vinda diretamente da Itália, com o qual gravei o CD do Grupo Contramarca e um CD com músicas instrumentais do meu pai. No ano de 2004, após vender a Menghini a um amigo advogado, em cujo negócio também recebi uma Todeschini Super 6, finalmente realizei meu sonho e comprei, em Guarulhos-SP, uma gaita Scandalli, Super VI. Desde os meus 16 anos de idade, comecei a ministrar aulas particulares de gaita e, depois, teclado, violão, guitarra e contra-baixo, instrumentos que apreendi tocar sozinho e de ouvido. Na mesma escola de música que me formei, acabei me tornando professor piano, gaita e teclado. Entre 1994 e 1999, formei-me em Direito. Por força do exercício da profissão (advogado), não ministro mais aulas de música. No início de ano de 2011, gravei meu segundo CD instrumental - Alma do Rio Grande - com 15 músicas inéditas da minha autoria. No ano de 2014 gravei o vol. 4, chamado Tradicionalista sem fronteira. Em 2018 gravei o vol. 5, chamado Gaita galponeira e neste ano de 2020 gravei o vol. 6, chamado Pelos caminhos do Rio Grande, sendo, sempre, todas as músicas de minha autoria. Atualmente, a música, para mim, é um hobby, pois exerço com dedicação, efetivamente, a advocacia. Pretendo num futuro próximo, voltar a me dedicar somente à música, com o fim de compro e gravar ainda mais, eis que possuo um acervo de mais de 100 músicas inéditas.

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Michael Hartmann

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